Economista britânico mostra que é possível viver sem dinheiro

O britânico Mark Boyle quer convencer o mundo de que o dinheiro é supérfluo. Ele começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental.

Na ocasião, ele se mudou para um trailer que adquiriu no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.

Veja reportagem do Jornal Nacional: Continue lendo

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Dinheiro? Para quê? Conheça o Banco do Tempo!

Os esforços por uma vida melhor e mais saudável poderão ser inúteis, se a cultura da velocidade não for revista. No pensamento moderno, o tempo é uma riqueza que está escasseando, como o petróleo ou a água. E a sensação de falta de tempo é uma doença crônica, sem remédio.

Controlar o tempo, uma ambição humana tão antiga quanto os povos remotos, ganhou na Itália um novo significado. No país, começou uma experiência inovadora, considerada uma das saídas para a salvação do planeta: diminuir o ritmo, ir mais devagar, com calma. A ideia do movimento que está se espalhando pelo mundo, “cidades do bem viver”, é promover mudanças de mentalidade e estilo de vida.

Em um banco muito diferente, os clientes chegam a qualquer hora do dia. No Banco do Tempo, o dinheiro é o único bem sem valor. Nele, até talões de cheque existem, mas o que se troca é o tempo de cada um e uma habilidade. O que se calcula é o tempo que cada um dedica ao outro, não a qualidade do trabalho.

Veja reportagem do Globo Repórter sobre o Banco do Tempo: Continue lendo